quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Palavras...


Acho importantíssimo, porque fazer o bem faz bem! O futsal e o esporte de um modo geral, ensinam muitos valores e um deles é a superação. Acho que nada melhor do que usar essa ferramenta, o esporte, em prol de uma causa como essa. Superar-se seja no esporte ou na vida. Luciléia Minuzzo
Campeã do Mundo pela Selecção do Brasil
Eleita a melhor jogadora do Mundo

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Participar neste torneio é uma honra quando é para ajudar nada custa e ainda dignificar uma causa como Acreditar é algo sensacional. Boas causas merecem grandes projetos como este torneio.
Daniela Encarnação
Louriçal
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Não podia deixar de agradecer o convite para participar na 9ª edição do Torneio de Solidariedade "Acreditar no Futsal" ao amigo Ricardo Santos que ao longo do tempo e com uma atitude louvável e de muito esforço, já conseguiu alcançar a 9ª edição deste projeto. Sendo que este torneio se destina a ajudar a "ACREDITAR - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro", é para mim uma honra poder ajudar e contribuir para esta tão nobre causa. Dia 14/12/2014 aparece no Pavilhão de Condeixa-a-Nova pelas 14:30h e vamos ACREDITAR juntos!
Liane Henriques
Ourentã

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É um privilégio poder participar em causa tão nobre que alia de forma excelente solidariedade e o futsal. O Torneio Acreditar é já uma fórmula de sucesso e é uma honra ser um dos seus intervenientes.
Sara Fatia
Novasemente

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Poder associar-me a uma causa de solidariedade com estes moldes é já por si um privilégio e uma alegria. Mas poder ajudar através do desporto pelo qual sou apaixonada, representa felicidade redobrada. Fazer uma das coisas que mais gosto e, com isso, contribuir para a visibilidade do movimento nacional Acreditar, é inexplicavelmente bom. Que seja uma tarde de festa e que, no final, todos acreditem um pouco mais! Porque na vida, como no desporto, para ganhar é preciso Acreditar!
Raquel Amarante
Golpilheira
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Há 10 anos atrás tive o privilégio de participar na 1º edição do Torneio da Acreditar, julgava eu como treinador, mas aprendi com o Ricardo Santos que o futsal poderia ser muito mais que um meio para ajudar uma causa, acima de tudo, tornar-se num grito de solidariedade para alertar consciências e recordar a nossa fragilidade enquanto seres humanos.
E este difícil desafio o Ricardo Santos conseguiu manter vivo até hoje, porque no seu papel de filho e hoje também de pai, sabe como a doença nos pode trair e levar de forma traiçoeira quem amamos, deixando perdas irreparáveis ao longo da vida.
No próximo domingo tenho novamente o privilégio de estar em mais uma edição, mas não regresso com o sentimento de treinador, mas como admirador incondicional de todas as crianças que todos os dias lutam e acreditam e que podem serem vencedores, neste sim num “jogo de vida ou de morte”.
Todos nós por certo vimos partir ao longo destes 10 anos amigos e familiares vítimas desta doença, numa sociedade cada vez mais desumanizada, principalmente pelo poder político em relação à saúde e na abordagem à doença, como se tratasse de uma simples “constipação”, ficando um “lamentamos a sua perda”.
No final do torneio que não fique apenas o sentimento de solidariedade e de ajuda mas a emoção de ter contribuído de alguma forma para que na vida destas crianças e destes pais nunca existam perdas irreparáveis…

Miguel Tente
Treinador de futsal

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